“Tirei do seu pescoço o jugo e me inclinei para alimentá-los” (Os 11.4)
DE FATO, JUGO e canga é aquela peça de madeira que prende os bois pelo pescoço e os atrela ao carro ou arado. Mas também significa opressão e sujeição, da parte tanto de um invasor ou de explorador como da parte de uma paixão não contida.
Como amável Pai de Efraim, Deus está se recordando que, entre outros muitos anos de bondade, “Tirei do seu pescoço o jugo e me inclinei para alimentá-los”. Sem dúvida é uma referência à libertação do jugo egípcio: “Eu sou o Senhor [...] que os tirou da terra do Egito [e que] quebrei as traves do jugo que os prendia e os fiz andar de cabeça erguida”(Lv26.13).
O mesmo Jesus que, na profecia de Isaias, destruiria o jugo, a canga e a vara (Is 9.4), é também o Jesus que propõe a colocação de outro jugo: “Tomem sobre vocês o meu jugo”(Mt 11.29).
A diferença é que os jugos anteriores eram jugos opressores, desconfortáveis, pesados e injustos. Enquanto o jugo do Senhor é suave, leve e principalmente libertador. Submentendo-se a Jesus, ninguém se submete ao pecado.
Serei eternamente grato porque Deus quebrou o jugo que pesava sobre mim e me deu outro, leve e libertador!
Extraído do Livro Refeições diárias com os Profetas Menores Elben César - Editora Ultimato, a qual recomendamos