“Fui eu quem ensinou Efraim a andar, tomando-o nos braços”(Os 11.3)
ASSIM COMO O PAI ou a mãe se lembram com olhos molhados de emoção do nascimento do bebê e de seus primeiros movimentos, Deus também se lembra ternamente de Israel: “Fui eu quem ensinou Efraim a andar, tomando-o nos braços”.
Essa lebrança se torna mais emotiva e chorosa se o pai ou a mãe comparam os dias de hoje com os dias de ontem, a docilidade da criança de então com a rebeldia do jovem de hoje. O relacionamento presente conduz à lembrança do relacionamento passado. Uma situação assim leva inevitavelmente ao saudosismo – o gosto superestimado do passado.
O saudosismo sobrevive de lembranças e por vezes lança mão também da imaginação. Na maior parte das vezes caminha das lembranças mais remotas para as lembranças mais recentes. Mas pode acontecer o inverso. De qualquer modo, o saudosismo é sempre ia incursão na história.
O saudosismo pode ser um instrumento de terapia, enquanto não for uma idéia fixa.
Não me afastarei do padrão básico de fé e de comportamento no tempo e no espaço.
Extraído do Livro Refeições diárias com os Profetas Menores Elben César - Editora Ultimato, a qual recomendamos