“Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei o meu filho”(Os 11.1)
NAS PROFECIAS DE Oséias, Deus não é apenas o Noivo da noiva infiel, mas também o Pai do filho rebelde.
Como Pai, Deus se entrega às recordações: “Fui eu quem ensinou Efraim a andar, tomando-o nos braços”, “Fui eu quem os curou”, “[Fui eu quem quem o conduziu] com laços de bondade humana e de amor”, “[Fui eu quem tirou] do seu pescoço o jugo”, “[Fui eu quem] do Egito chamei o meu filho”, “[Fui eu quem se inclinou] para alimentá-los”(Os 11.1-4).
Como Pai. Deus se entrega às lágrimas: “Quanto mais eu o chamava [o meu filho], mais eles se afastavam de mim”,”[Efraim ofereceu] sacrifícios aos baalins e queimaram incenso para os ídolos esculpidos”, “Efraim não percebeu o quanto eu o amava”, “Efraim se recusa a arrepender-se”, “Efraim está decidido a desviar-se de mim”(Os 11.2-7).
Como Pai, Deus se entrega ainda às misericórdias: “Como posso desistir de você, Efraim?”, “Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?”, “Como posso tratá-lo como tratei Admá e Zeboim?”
“Não Há Outro Pai Igual Ao Pai Efraim!”
Quero ter o mesmo Pai de Efraim mas terminantemente não quero ser como Efraim!
Extraído do Livro Refeições diárias com os Profetas Menores Elben César - Editora Ultimato, a qual recomendamos